Nesta segunda-feira, dia 12 de julho, teremos mais um belo evento celestial: a conjunção da Lua Crescente e os planetas Marte e Vênus.
Para observar, não precisa de equipamentos, basta olhar para o horizonte Oeste, logo após o pôr-do-sol.
E se no seu local estiver nublado, acompanhe conosco.
Transmissão ao vivo
com a convidado Fabrício Kriger (Físico e Mestre em meteorologia pelo INPE).
https://astro.ufes.br/telescopio_bairrosO lançamento do Primeiro observatório astronômico com acesso remoto público do Brasil, o TeRES (Telescópio Remoto do Espírito Santo), será durante o SNEF
(Simpósio Nacional de Ensino de Física), no dia 22/07/2021. O TeRES está aberto à comunidade em geral, especialmente a a interessados em desenvolver projetos em astrofísica e/ou astrofotografia e a professores.
A maioria das grandes invenções muda fundamentalmente a sociedade na qual elas estão inseridas. Uma vez que as pessoas no topo da estrutura social têm mais a ganhar reforçando o status quo, elas suprimem tecnologias revolucionárias, que podem ser favoráveis ao mundo, mas perigosas para sua existência.
Engenheiro genial, Nikola Tesla não foi exceção. Aqui estão algumas tecnologias de Nikola Tesla que “eles” não querem que você conheça:
O primeiro cometa descoberto em 2021, também poderá ser o mais brilhante do ano. O cometa C/2021 A1, também chamado Leonard, começa a ficar visível em meados de dezembro, por isso vem sendo apelidado de “Cometa natalino”.
Atualmente ele encontra-se na órbita dos planetas Marte e Júpiter, vindo em nossa direção. A expectativa é de que a sua luminosidade vá se acentuando com o passar dos dias, chegando no momento em que possamos apreciá-lo.
Segundo a Organização Internacional de Meteoros (IMO, na sigla em inglês), essas chuvas podem produzir brilhos intensos e o melhor, não precisa ficar, ou acordar, de madrugada para observar.
Gama Draconídeas
Os meteoros gama Draconídeas foram observados pela primeira vez em julho de 2009. É ativa de 25 a 31 de julho com pico ocorrendo em 28 de julho. Podem ser vistos 1 meteoros por hora. Pouco, mas muito brilhantes.
Há 100 anos dava-se início a um debate sobre as origens das "nebulosas" e o Universo das Galáxias.
Até então, "nebulosas" não eram o que conhecemos hoje e, Via Láctea era nome dado literalmente ao "caminho de leite" que observamos no céu em noites escuras, além de tudo que estava visível e não eram estrelas. Ou seja, não existia o conceito de 'galáxias' nem da 'Via Láctea', como conhecemos hoje.
As "nebulosas", até um século atrás, poderiam ser aglomerados globulares em nossa Galáxia, nebulosas planetárias, como também outras galáxias.